Pular para o conteúdo
obm
.
Fundos
Renda Fixa
Renda Variável
Cripto
Ferramentas
Aprender
⌘K
OBM
/
Glossário
Glossário
Definições diretas com dados vivos. Cada termo linka para fundos e títulos reais no mercado.
#
A
B
C
D
E
F
G
H
I
L
M
O
P
R
S
T
V
#
Índice de Sharpe
Métrica que divide o retorno excedente do fundo sobre uma taxa livre de risco pela volatilidade dos retornos — quanto o investidor é pago por unidade de risco que aceita correr.
A
Agente fiduciário
Instituição independente que zela pelos interesses dos debenturistas — fiscaliza o emissor, recebe os pagamentos e age legalmente em caso de inadimplência. Toda debênture pública precisa de um.
B
Bitcoin (BTC)
Primeira criptomoeda, criada em 2009. No OBM aparece como BTC-BRL — preço EOD em reais com fechamento diário UTC.
Boletim de Fechamento
Boletim diário oficial com o close de ~155 moedas e metais preciosos vs BRL. Fonte canônica do OBM para cobertura ampla de câmbio.
BPA (Balanço Patrimonial Ativo)
Demonstrativo que lista tudo que a empresa possui ou tem direito a receber em uma data específica — caixa, recebíveis, estoque, ativo imobilizado, investimentos. Lado esquerdo do balanço.
BPP (Balanço Patrimonial Passivo)
Lado das obrigações e do patrimônio líquido — quem financiou os bens listados no BPA. Dívida com fornecedores, bancos, debenturistas, e o capital dos acionistas.
C
CD CVM
Código numérico de até seis dígitos atribuído pela CVM a cada companhia aberta. Identifica a empresa nas bases públicas (DFP, ITR, IPE) — diferente do CNPJ e do ticker B3.
Cedente (FIDC)
A empresa que vende seus recebíveis para um FIDC — banco, financeira, fintech ou qualquer originador de crédito que troca o direito futuro de receber por caixa imediato.
Cia aberta
Empresa registrada na CVM autorizada a captar recursos do público via bolsa (B3) ou mercado de balcão. Precisa publicar DFP anual, ITR trimestral e fatos relevantes (IPE).
CNPJ de fundo
O número único de inscrição na Receita Federal que identifica um fundo de investimento como entidade tributária separada do administrador, gestor e cotistas.
Come-cotas
Antecipação semestral de IR sobre rendimento de fundos de longo prazo, cobrada em maio e novembro à alíquota de 15%, que reduz automaticamente a quantidade de cotas do investidor.
Composição de carteira
Lista detalhada de todos os ativos detidos por um fundo em determinada data — ações, títulos públicos, debêntures, derivativos, cotas de outros fundos, depósitos e operações no exterior — com valor de mercado, custo e percentual sobre o patrimônio líquido.
Comunicado ao mercado
Categoria IPE para informações que não chegam ao patamar de fato relevante mas precisam ser divulgadas — esclarecimentos, atualizações regulatórias, respostas a consulta da CVM ou da B3.
Consolidado vs Individual
Toda DFP/ITR vem em duas versões. Individual mostra só a empresa-mãe; consolidado mostra a mãe + todas as controladas como se fossem uma só empresa. Comparador entre empresas usa consolidado.
Cota Mezanino
Classe de cotas de um FIDC com prioridade intermediária — recebe depois da sênior e antes da subordinada, com risco e retorno entre as duas.
Cota Sênior
Classe de cotas de um FIDC com prioridade no recebimento dos fluxos de caixa — menor risco e menor retorno esperado, protegida pelo colchão das cotas subordinadas.
Cota Subordinada
Classe de cotas de um FIDC que absorve perdas primeiro — maior risco, maior retorno esperado, e tipicamente subscrita pela própria cedente para alinhar interesses.
CRA — Certificado de Recebíveis do Agronegócio
Título de renda fixa privada emitido por securitizadora, lastreado em fluxos de recebíveis do agronegócio (CPR, recebíveis de venda de safra, financiamento rural). Pessoa física tem isenção de IR.
CRI — Certificado de Recebíveis Imobiliários
Título de renda fixa privada emitido por securitizadora, lastreado em fluxos de recebíveis imobiliários (aluguéis, financiamentos, parcelas de construção). Pessoa física tem isenção de IR.
Cross-pair
Par de câmbio que não envolve a moeda local — USD/JPY, EUR/USD, GBP/JPY. Para o investidor brasileiro, calculado como razão das duas cotações vs BRL publicadas pelo Banco Central.
D
Debêntures incentivadas
Debêntures emitidas sob a Lei 12.431/2011 para financiar projetos de infraestrutura. O grande atrativo é a isenção de imposto de renda sobre os rendimentos para pessoa física residente.
DFC
Demonstração do Fluxo de Caixa — mostra de onde veio e para onde foi o dinheiro real. Três blocos (operacional, investimento, financiamento). Método indireto (mais comum) parte do lucro e ajusta.
DFP
Demonstrações Financeiras Padronizadas — pacote anual obrigatório (BP, DRE, DFC, DMPL, DVA, notas) que toda cia aberta entrega à CVM até ~90 dias após o fechamento do exercício.
Dívida / Patrimônio (Debt-to-Equity)
Razão entre dívida bruta (curto + longo prazo) e patrimônio líquido. Mede o nível de alavancagem financeira da empresa. Acima de 1.0 a empresa está mais financiada por dívida do que por capital próprio.
Dívida líquida
Dívida bruta (curto + longo prazo) menos caixa e equivalentes. Mede quanto a empresa deve "de verdade", descontando o que já tem em caixa para amortizar.
Dividend yield
Dividendos pagos por ação nos últimos 12 meses dividido pelo preço atual da ação. Indica o "retorno em dividendo" anual implícito ao preço de compra.
DMPL
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido — mostra como o PL evoluiu no período (capital social, reservas, lucros acumulados, ações em tesouraria) linha a linha entre saldo inicial e final.
DRE
Demonstração do Resultado do Exercício — mostra como a receita virou lucro (ou prejuízo) no período. Receita → CPV → bruto → operacionais → financeiras → tributos → líquido.
Duration (debênture)
O prazo médio ponderado em que o investidor recebe os fluxos da debênture — não o vencimento, mas o "centro de gravidade" dos pagamentos. Mede sensibilidade do PU a movimentos de taxa.
DVA
Demonstração do Valor Adicionado — quanto de riqueza a empresa criou e como foi distribuída (governo via tributos, funcionários via salário, financiadores via juros, acionistas via lucro retido).
E
EBITDA
Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization. Proxy para geração de caixa operacional — lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. Não é linha CVM oficial; é construção do analista.
Ethereum (ETH)
Segunda maior criptomoeda por capitalização e primeira plataforma de smart contracts. No OBM aparece como ETH-BRL — preço EOD em reais.
EV/EBITDA
Enterprise Value (market cap + dívida líquida) dividido por EBITDA. Múltiplo de valuation que neutraliza estrutura de capital — favorito para comparar empresas alavancadas com empresas sem dívida.
Expressão do papel
Forma como a remuneração de um CRI, CRA ou debênture é convencionada — "252 dias úteis" (DU), "365 dias corridos" (DC), "30/360 americano". Determina o regime de capitalização e o cálculo do PU diário.
F
Fato relevante
Categoria mais sensível dentro do IPE. Informação que poderia, ao ser conhecida, influenciar significativamente a decisão de comprar ou vender o ativo. Divulgação obrigatória antes ou na abertura do pregão seguinte.
FIAGRO
Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais — veículo brasileiro lançado em 2021 (Lei 14.130) para canalizar capital ao agro via formato FII, FIP ou FIDC.
FIDC
Fundo de Investimento em Direitos Creditórios — veículo brasileiro de securitização de recebíveis (cartão, empréstimo pessoal, duplicatas) regulado pela CVM, equivalente local de CLOs/ABS.
FIP
Fundo de Investimento em Participações — veículo de private equity / venture capital regulado pela CVM, com regime trimestral de divulgação e cota líquida que poucas vezes é publicada.
FIP-IE (FI-Infra)
FIP de Infraestrutura — sub-formato do FIP focado em projetos de infraestrutura (energia, transporte, saneamento, telecom) com benefícios fiscais da Lei 12.431.
G
Garantia (debênture)
O lastro que o investidor tem em caso de inadimplência do emissor — real (com ativo físico), flutuante (sobre o ativo geral), fidejussória (avalista), quirografária (nenhuma garantia) ou subordinada (recebe por último).
H
Holdings
Cada posição individual dentro da carteira de um fundo — uma ação específica, um título público com vencimento conhecido, uma debênture de um emissor. O conjunto das holdings forma a composição da carteira.
I
IGP-DI
Índice Geral de Preços — Disponibilidade Interna, calculado pela FGV no mês fechado de referência. Versão "calendário cheio" do IGP-M, usada por concessionárias e contratos públicos.
IGP-M
Índice Geral de Preços do Mercado, calculado pela FGV e publicado no fim do mês de referência. Reajuste padrão de aluguéis, contratos de energia e serviços públicos no Brasil.
IMA-B
Índice de Mercado das NTN-B (Tesouro IPCA+). Benchmark canônico de carteira indexada à inflação no Brasil. Variantes IMA-B 5 (até 5 anos) e IMA-B 5+ (acima de 5 anos) separam papel curto de papel longo.
IMA-S
Índice de Mercado das LFTs (Tesouro Selic). Benchmark canônico de carteira pós-fixada SELIC. Praticamente colado no CDI no longo prazo, com pequenos descolamentos em momentos de risco soberano.
Indexador
A taxa de referência sobre a qual a debênture (ou outro título) calcula seus juros — CDI, IPCA, IGP-M ou Selic. O cupom paga "indexador + spread", e o spread é o que muda entre emissores.
INPC
Índice Nacional de Preços ao Consumidor, calculado pelo IBGE. Reajuste oficial de aposentadorias do INSS, salário mínimo e contratos trabalhistas — variante do IPCA com peso maior em famílias de baixa renda.
IPE
Informação Periódica e Eventual — pacote CVM que reúne fatos relevantes, comunicados ao mercado e demais filings que cia aberta precisa publicar quando algo material acontece. Não tem cadência fixa; sai quando precisa sair.
IRF-M
Índice de Renda Fixa do Mercado. Benchmark da carteira teórica de pré-fixados públicos (LTN + NTN-F). Variantes IRF-M 1 (até 1 ano) e IRF-M 1+ (acima de 1 ano) separam pré curto de pré longo.
Isenção de IR em CRI e CRA
Pessoa física residente no Brasil é isenta de imposto de renda sobre os rendimentos de CRI e CRA. Sem tabela regressiva, sem come-cotas. PJ paga IR normal.
ITR
Informações Trimestrais — versão reduzida do DFP entregue à CVM até 45 dias após cada fechamento de trimestre (1T, 2T, 3T). Não há ITR no 4T porque o DFP cobre o ano fechado.
L
Lâmina de fundo
Documento resumo obrigatório publicado mensalmente pelo administrador, com retornos, taxas, política de investimento, risco e benchmark no formato padrão CVM.
Lei 12.431
Lei que isenta de IR pessoa física quando o emissor financia projetos de infraestrutura. As debêntures emitidas sob essa lei são as "incentivadas" e pagam o cupom líquido ao investidor.
Liquidez Corrente (Current Ratio)
Razão entre ativo circulante e passivo circulante. Mede se a empresa tem dinheiro de curto prazo (caixa + recebíveis + estoque) suficiente para honrar dívidas que vencem em 12 meses. Acima de 1.0 é solvente no curto prazo; muito acima de 2.0 pode indicar capital ocioso.
Lucro líquido
Resultado final do exercício depois de todas as receitas, custos, despesas, juros, impostos e participações. Última linha da DRE (3.11). Base para dividendo, P/L e ROE.
M
Marcação a mercado
Cálculo diário do valor de um título ou cota pelo preço negociado no mercado, refletindo mudanças de taxa de juros e risco de crédito em tempo real — em contraste com marcação na curva.
Margem bruta
Lucro bruto dividido pela receita líquida. Mede quanto da receita sobra depois de pagar custo direto de produção. É a primeira camada de defesa do lucro contra alta de custos.
Margem EBITDA
EBITDA dividido pela receita líquida. Mede a margem operacional pura — antes de juros, impostos e itens não-caixa. Métrica favorita para comparar empresas de capital intensivo.
Margem líquida
Lucro líquido dividido pela receita líquida. Quanto da receita sobra depois de pagar custos, despesas operacionais, juros, impostos e participações. É o filtro mais agregado da DRE.
Margem Operacional
Lucro operacional dividido pela receita líquida. Mostra quanto de cada R$ 1 vendido sobra depois de custos diretos (COGS) e despesas administrativas, comerciais e gerais — antes do resultado financeiro e dos impostos. Métrica central para avaliar eficiência operacional sem ruído de alavancagem.
Mercado secundário (debênture)
Onde as debêntures são compradas e vendidas após a emissão. No Brasil, opera em mercado balcão organizado, com formação de preço via taxa indicativa diária e intervalo bid/ask.
O
Originador do crédito
Empresa que gerou o recebível inicial (vendeu o imóvel, alugou o ponto comercial, financiou o produtor rural). Cedeu esse direito creditório para a securitizadora, que emitiu o CRI/CRA. O risco real do papel é o do originador / devedores finais.
P
P/L (Preço / Lucro)
Múltiplo de avaliação clássico — preço da ação dividido pelo lucro líquido por ação dos últimos 12 meses. Indica quantos anos de lucro o investidor paga para "comprar" a empresa.
P/VP (Preço / Valor Patrimonial)
Preço da ação dividido pelo valor patrimonial por ação. Mostra se o mercado precifica a empresa acima (P/VP > 1) ou abaixo (P/VP < 1) do PL contábil.
Patrimônio Líquido (PL)
Valor total dos ativos do fundo menos as obrigações, apurado diariamente — é o tamanho do fundo em R$ e o denominador do cálculo do valor da cota.
Percentual do CDI (%CDI)
Métrica brasileira de performance que expressa a rentabilidade de um fundo de renda fixa ou multimercado como porcentagem do rendimento do CDI no mesmo período.
Plano de contas CVM
Lista padronizada de contas contábeis que toda companhia aberta usa ao publicar DFP e ITR. Garante que "Receita líquida" da Petrobras seja comparável com a do Itaú no nível de campo.
PTAX
Taxa de câmbio oficial do Banco Central, calculada quatro vezes ao dia a partir das cotações dos dealers credenciados. O fechamento PTAX venda é a referência usada em contratos com indexação cambial e na liquidação de derivativos.
PU e VNA (debênture)
PU é o preço unitário negociado no mercado secundário. VNA é o valor nominal atualizado pelo indexador. O PU acima ou abaixo do VNA mostra se o papel está negociando com prêmio ou deságio.
R
RCVM 175
Resolução CVM 175/2022, marco regulatório que reorganizou fundos brasileiros em estrutura de Classe e Subclasse, substituindo a Instrução CVM 555 a partir de 2024.
Receita líquida
Receita bruta de venda menos impostos sobre venda (ICMS, PIS, COFINS, ISS), devoluções e abatimentos. É o topo "real" da DRE — onde a operação começa.
Regime fiduciário
Mecanismo jurídico que segrega os recebíveis lastro de um CRI ou CRA do patrimônio geral da securitizadora. Em caso de falência da securitizadora, o patrimônio segregado responde só pelos investidores daquele papel.
ROA (Return on Assets)
Lucro líquido dividido pelo ativo total. Mede a rentabilidade da empresa sobre toda a base de ativos, ignorando se foram financiados por dívida ou capital próprio.
ROE (Return on Equity)
Lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido. Mede quanto de retorno percentual a empresa gerou sobre o capital dos acionistas — a métrica favorita para comparar gestão de empresas do mesmo setor.
ROIC (Return on Invested Capital)
Mede o retorno sobre TODO o capital investido na operação — equity acionário + dívida onerosa. Diferente do ROE que ignora a dívida, o ROIC mostra se a empresa gera valor além do custo do capital que ela usa. NOPAT ÷ (PL + Dívida Bruta).
S
Securitizadora
Empresa que compra direitos creditórios (recebíveis) de um originador, empacota em um patrimônio segregado e emite títulos (CRI ou CRA) negociáveis no mercado de capitais.
Selic Meta
Taxa básica de juros da economia brasileira definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central a cada 45 dias, referência que ancora todas as outras taxas de renda fixa do país.
Selic Over
Taxa efetiva diária das operações compromissadas com títulos públicos federais, calculada pelo Banco Central e base de cálculo do CDI — o referencial real do retorno de fundo DI e LFT.
Spread (debênture)
O acréscimo em pontos percentuais que a debênture paga acima do indexador. É o prêmio de risco de crédito + liquidez sobre o benchmark — quanto pior o emissor ou mais ilíquido o papel, maior o spread.
Style Box
Visualização que classifica um fundo segundo o estilo do gestor — tipicamente perfil de risco vs. duração para renda fixa, ou capitalização vs. estilo (valor, blend, crescimento) para ações. No Brasil, derivada da classificação ANBIMA aplicada à composição de carteira.
Subordinação
Percentual do PL de um FIDC representado pelas cotas subordinada + mezanino — colchão de risco que protege a cota sênior contra inadimplência da carteira.
T
Taxa de administração
Percentual anual cobrado sobre o PL do fundo para remunerar administrador e gestor, provisionada diariamente e debitada da cota antes do cálculo do rendimento.
Taxa de custódia B3
Percentual anual de 0,2% a.a. cobrado pela B3 sobre o saldo investido em Tesouro Direto acima de R$ 10.000 para manter a guarda escritural dos títulos — isenta para Tesouro Selic até R$ 10k.
Taxa Referencial (TR)
Taxa calculada diariamente pelo Banco Central a partir das taxas médias de CDB pré-fixados de bancos selecionados. Ainda corrige a poupança e o saldo do FGTS, embora esteja praticamente zerada desde 2017.
Tesouro IPCA+ (NTN-B)
Título do Tesouro Direto que paga IPCA acumulado no período mais uma taxa real prefixada, protegendo o poder de compra do principal contra inflação.
Tesouro Selic (LFT)
Título pós-fixado do Tesouro Direto cuja rentabilidade acompanha a Selic acumulada diariamente, com baixa volatilidade de preço e liquidez diária garantida pelo Tesouro Nacional.
Tipo A vs Tipo B (PTAX)
Convenção do BCB para a cotação da paridade vs USD nas moedas que não são USD. Tipo A = moeda por USD (divide); Tipo B = USD por moeda (multiplica).
Tipo de lastro
Natureza dos recebíveis que dão lastro ao CRI ou CRA — residencial pulverizado, corporativo concentrado, financiamento rural, parcelas de safra, etc. Determina o perfil de risco do papel.
TJLP
Taxa de Juros de Longo Prazo, definida trimestralmente pelo Conselho Monetário Nacional. Referência legada de financiamentos do BNDES anteriores a 2018, ainda viva em contratos ativos.
TLP
Taxa de Longo Prazo, indexador adotado pelo BNDES em 2018 para substituir a TJLP em novos contratos. Calculada com base no IPCA acumulado mais um spread real definido por contrato.
V
Valor patrimonial por ação (VPA)
Patrimônio líquido da empresa dividido pelo número de ações em circulação. Métrica contábil — o que cada ação "vale" no balanço, ignorando preço de mercado e ativos intangíveis subvalorizados.