Holdings
Cada posição individual dentro da carteira de um fundo — uma ação específica, um título público com vencimento conhecido, uma debênture de um emissor. O conjunto das holdings forma a composição da carteira.
Holdings são as posições individuais dentro de um fundo — cada ação específica, cada título público com vencimento conhecido, cada debênture de um emissor. O conjunto delas forma a composição de carteira.
O que isso significa na prática
Um fundo de R$ 1 bilhão pode ter 200 holdings: 50 ações diferentes, 30 títulos públicos com vencimentos distintos, 80 debêntures, 30 cotas de outros fundos, 10 contratos de derivativos. Cada holding tem três números essenciais: valor de mercado, valor de custo e percentual sobre o patrimônio líquido.
A diferença entre custo e mercado é o resultado não realizado da posição. O percentual sobre PL revela concentração — quando um fundo tem 15% em uma única ação, qualquer notícia daquela empresa move a cota.
Como aparece no OBM
A tabela paginada na página /fundos/[slug]/carteira lista cada holding com nome do emissor, classe de ativo, valor e %PL. Holdings cuja identidade canônica conhecemos viram link clicável (PETR4 vai para /acoes/petr4; uma debênture para /debentures/[slug]; um Tesouro IPCA+ 2030 para /tesouro-direto/[slug]); o resto fica como texto. O mesmo dado alimenta o backwards index: na página de uma ação, a seção "Fundos que investem neste ativo" lista os fundos com posição declarada na CVM.
Por que importa
Comparar fundos pelo nome não diz muito. Comparar pelas holdings revela quem está concentrado, quem usa muita derivativo, quem está exposto ao mesmo emissor que outros fundos do portfólio (overlap). Para gestão de risco, a holding é a unidade básica.
Fonte regulatória
CVM cda_fi_YYYYMM.zip. Atualizado mensalmente, oito blocos por arquivo, defasagem regulatória de até 90 dias.