Composição de carteira
Lista detalhada de todos os ativos detidos por um fundo em determinada data — ações, títulos públicos, debêntures, derivativos, cotas de outros fundos, depósitos e operações no exterior — com valor de mercado, custo e percentual sobre o patrimônio líquido.
Composição de carteira é a lista detalhada de tudo que um fundo possui em determinada data — ações, títulos públicos, debêntures, derivativos, cotas de outros fundos, depósitos a prazo e investimentos no exterior — com valor de mercado, custo e percentual sobre o patrimônio líquido.
O que isso significa na prática
A composição de carteira é divulgada mensalmente pelo regulador, listando tudo que cada fundo registrado possui. É o nível de transparência mais detalhado do mercado: você sabe que aquele fundo de renda fixa tem 12% em CDB do Banco BTG, 8% em LFT 2030 e 5% em debêntures da Petrobras — e em quais valores absolutos.
A composição vem com até 90 dias de defasagem (o regulador dá tempo para o fundo apurar). Mas é a única fonte que mostra exposição real, não a teórica do regulamento.
Como aparece no OBM
Cada fundo tem uma página /fundos/[slug]/carteira com a composição completa do mês mais recente. Posições resolvidas para um ativo OBM (ações, debêntures, Tesouro Direto, fundos investidos) viram link clicável; posições sem catálogo (operações no exterior, derivativos exóticos) aparecem como texto.
Por que importa
Dois fundos com a mesma classe ANBIMA podem ter carteiras radicalmente diferentes. Um "Renda Fixa Crédito Livre" pode estar 80% em LFT (risco zero) ou 80% em debêntures de empresas estressadas (risco alto). Sem composição você está cego. Com composição você tem o que o gestor realmente comprou — auditável, granulado, comparável.